sexta-feira, 2 de abril de 2010

16 Perguntas sobre a Segunda Família do REAL


1. Por que mudar as cédulas?
O Real se consolidou como uma moeda forte, usada cada vez mais nas transações cotidianas e como reserva de valor. Com o avanço das tecnologias digitais nos últimos anos, é necessário dotar as nossas cédulas de recursos gráficos e elementos anti-falsificação mais modernos, capazes de continuar garantindo a segurança do dinheiro brasileiro nos próximos anos.

2. Por que a mudança está ocorrendo agora?
O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido há vários anos pelo Banco Central em parceria com a Casa da Moeda do Brasil – CMB. No entanto, a atualização tecnológica das cédulas dependia da aquisição, pela CMB, de equipamentos de impressão mais modernos. Esse processo está sendo concluído em 2010, com a instalação e testes das novas linhas de produção, adquirido por licitação em 2009.

3. As notas que já estão em circulação continuam válidas?
Sim, as notas antigas continuarão valendo e serão substituídas aos poucos, à medida que forem sofrendo o seu desgaste natural.

4. As notas antigas valerão menos?
Não, as notas antigas continuarão com seu curso legal, com o mesmo valor.

5. Tenho que trocar minhas notas atuais pelas novas?
As novas notas entrarão em circulação através dos bancos comerciais, dos caixas automáticos e da rede de comércio. Não há necessidade de trocar as notas antigas por novas na rede bancária, pois as duas famílias conviverão em circulação por um bom tempo.

6. De que material serão feitas as novas notas?
A segunda família de cédulas do Real será impressa em papel fiduciário, conforme a família atual.

7. Por que o processo de substituição vai se iniciar com as notas de 50 e de 100 reais?
As duas notas de maior valor do meio circulante brasileiro são as que demandam maior proteção contra as tentativas de falsificação.

8. Quando serão lançadas as demais notas?
A previsão é lançar as novas notas de 10 e 20 reais no primeiro semestre de 2011 e as de 2 e 5 reais no primeiro semestre de 2012. As datas exatas dos lançamentos serão divulgadas oportunamente pelo Banco Central do Brasil.


9. Será lançada a nova nota de 1 real?
Apesar de estar contemplada no projeto da nova família de cédulas do Real, a nota de 1 real não tem previsão de lançamento, uma vez que, para este valor, o Banco Central vem priorizando a emissão de moedas, que apresentam uma relação custo-benefício muito superior à das notas, em função de sua durabilidade.

10. Quais são as principais diferenças das novas notas em relação às atuais?
Os novos equipamentos e insumos permitirão a impressão de desenhos mais complexos com maior precisão, aumentando a percepção de uma impressão de qualidade superior. Alguns elementos de segurança já presentes nas atuais cédulas – como a marca d’água, o registro coincidente e a imagem latente – foram redesenhados de modo a facilitar a sua verificação pela população e dificultar a reprodução por falsários. Outra novidade são os tamanhos diferenciados por denominação. Nas notas de 50 e 100 reais, a maior mudança é a inclusão de uma faixa holográfica com desenho personalizado para cada denominação, um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação hoje existentes.

11. Por que as novas notas terão tamanhos diferenciados?
O principal motivo é garantir a acessibilidade dos deficientes visuais ao dinheiro brasileiro, oferecendo um recurso confiável para reconhecimento e diferenciação das cédulas.

12. Quais serão as dimensões das novas notas?
2 reais - 12,1cm x 6,5cm;
5 reais - 12,8cm x 6,5cm;
10 reais - 13,5cm x 6,5cm;
20 reais - 14,2cm x 6,5cm;
50 reais - 14,9cm x 7,0cm;
100 reais - 15,6cm x 7,0cm.

13. Por que foram mantidos a figura da República e os animais?
A fim de facilitar a identificação visual e diminuir o impacto da mudança para o cidadão comum, optou-se neste projeto por manter a temática das atuais cédulas do Real. Porém, foram desenvolvidas novas gravuras, tanto da figura da República quanto dos animais que estampam os reversos das notas.

14. Por que foi alterada de vertical para horizontal a orientação dos desenhos nos reversos?
A nova orientação dos reversos permitiu uma diagramação com maior destaque para elementos de segurança importantes para a população, como a marca d’água, e a inclusão dos elementos novos, sem que se perdesse a referência visual das atuais cédulas.

15. Que aspectos das atuais notas se manterão na nova família?
Serão mantidos os valores (2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais) e os temas (figura da República e animais da fauna brasileira). A cor predominante de cada cédula também será mantida, porém, como a nova família conta com recursos de produção mais avançados, haverá uma maior riqueza de cores de fundo.

16. Quais os custos para a substituição das cédulas?
As estimativas apontam para um aumento de 28% nos custos de produção. Este aumento se refere à aquisição de insumos mais sofisticados, e também à depreciação dos novos equipamentos instalados na CMB. É importante observar que boa parte dos equipamentos teria que ser adquirida, ainda que o design das cédulas fosse mantido, por uma questão de necessidade de ampliação da capacidade fabril da CMB.

Informações extraídas do Banco Central.
ILHA DOS MOSQUITOS.

A Pequena Ilha dos mosquitos (situada no golfo da Guiné) é uma ilha no centro de África. Constitui um estado autônomo chamada de pequena ilha dos mosquitos. Este estado foi criado em 22 de novembro de 2004 , e um governo parlamentar foi formado para governá-la desde então. Em 29 de agosto de 2005, o governo assinou um Tratado da anexação com o reino de Riboalte. Em 2 de Setembro de 2005, um estatuto de autonomia foi aprovado através de referendo e declarada oficialmente em 4 de setembro de 2005.

Em 22 de julho de 1999 um grupo de cidadãos, constituíram um microestado (em um pedaço de terra na Península Ibérica), para ser um estado independente e soberano: o Reino de Riboalte. Assumiu o trono como Rei Sua Alteza, Emili I (um descendente de um filho ilegítimo do conde Guilhermo de Ribagorza). As pessoas foram admitidas para o Reino de Riboalte (RIB) como cidadãos. O país é uma monarquia. A sucessão real é a marca da Constituição e é inspirado pelos reinos primitivos.

Em 2002, O rei Joan I adota o Estado de Constituiçao. Sua Alteza Real reina até 22 de julho de 2000 até 1 de dezembro de 2003 onde abdica (morreu em 12 de dezembro de 2003). Nessa época, assumiu o trono Sua Alteza Real Joan II, até então príncipe herdeiro. O Reino de Riboalte, está emite moedas e selos. Além disso tem uma Universidade Real e um Banco Real.

Em 29 de agosto de 2005 foi anexado ao reino de Pequenas Ilhas Estado Mosquito.

Esta moeda se encontra no no site www.moneycoins.com.br em moedas bimetálicas.

Moeda de Hudson's Bay Company.



A Companhia da Baía de Hudson (em inglês: Hudson's Bay Company; abreviação oficial: HBC) é a mais antiga corporação do Canadá e uma das mais antigas do mundo ainda em atividade. A companhia foi fundada em 1670, e controlou muito do comércio de peles nas colônias britânicas na América do Norte por vários séculos.
No início do século XIX, quando o Canadá foi expandindo rapidamente, cidades como Montreal, Quebec e Halifax sentiram a necessidade de alguma forma de moeda para este efeito, e uma série de tokens originadas na Inglaterra foram importadas para suprir a necessidade comercial da região. Existem muitas variedades, uma grande parte deles que ostenta o busto de Wellington sobre um dos lados e algum dispositivo (normalmente a Figura sentada de Britannia no outro. Alguns ostentaram uma harpa irlandesa e a legenda navios/COLÓNIAS / & / COMMERCE no verso.
Uma peça interessante que tem laços definitivos com o Canadá, é a que tem uma figura de Hibernia encaixada mantendo uma harpa, datada de 1781 abaixo e a legenda TOKEN e o verso retrata um navio de vela com a palavra COMMERCE acima. Esses tokens foram distribuídos em grande número na América do Norte e Canadá em geral, tendo sido importado da Irlanda.
Após a importação dos tokens para Canadá os bancos locais e empresas começaram a emitir as suas próprias peças. Talvez a mais interessante delas é a emitida pela companhia North West em 1820. Esta empresa foi fundada em Montreal em 1784 e operada em uma área ao Sul da Baía de Hudson . O token, que era equivalente a uma pele de castor , retrata de um lado um Castor descansando sobre um pé de árvore com a legenda do NORTH WEST COMPANY e no verso o emblema da companhia . A Empresa de Baía de Hudson também emitiu tokens até o ano de 1857. Quatro tipos de valores foram cunhados: 1 , ½ , 1/8 de uma capa de castor feita, sendo este último a unidade da moeda da empresa.
A região onde atualmente se localizam as subdivisões canadenses de Alberta, Manitoba, Saskatchewan, Nunavut e os Territórios do Noroeste foram governadas pela Companhia da Baía de Hudson. Com o declínio do comércio de peles, a companhia cedeu seus territórios ao Canadá, e a companhia passou a ser uma vendedora de produtos vitais aos assentadores do oeste do Canadá. Atualmente, a companhia é uma das maiores redes comerciais do país, com lojas que vendem uma grande variedade de produtos.
Uma destas peças se encontra no site www.moneycoins.com.br em moedas especiais.

Ilha no Pacífico usa presa de javali como moeda


A ilha de Pentecoste, que faz parte do arquipélago que forma Vanuatu, país independente desde 1980 que fica no centro-sul da Oceania, decidiu manter a tradição de séculos de ter a presa.
Essa moeda é aceita em 14 agências bancárias do Tari Bunia Bank, que registram nas contas o crédito por presas trazidas por seus clientes. Ela convive com o livatu, a moeda oficial do país.

Por séculos, os moradores das ilhas do Pacífico usam presas, conchas e até pedras gigantescas com fins tradicionais e cerimoniais.


Mas o Tari Bunia Bank agora está tornando o processo mais sofisticado, e ajudando a proteger comunidades isoladas tradicionais de Vanuatu das duras exigências do capitalismo moderno.

Cofre
Nos cofres dos bancos - cabanas de madeira - milhares de presas ficam amarradas a barbantes pendurados no teto. "O sistema funciona a partir dos recursos naturais que temos - os produtos da terra e do mar. São todos avaliados e convertidos em nossa moeda. Nosso objetivo é garantir que não exista pobreza em nossas comunidades", explica o gerente de uma agência do Tari Bunia Bank, Viraleo Boborenvanua.

A moeda local se chama vatu. Boborenvanua e seus colegas equiparam um vatu a US$ 180. Com base nesse cálculo, o banco tem reservas de quase US$ 1 bilhão.

O governo de Vanuatu, contudo, ainda não estabeleceu um câmbio oficial, mas deu um passo importante nessa direção: ele aceita esse tipo de pagamento no sistema público de educação e saúde, que não é gratuito.

Como muitos moradores não ganham em moedas modernas, teriam dificuldade de pagar pelos serviços de outra maneira. Cerca de 50 famílias agora pagam a mensalidade escolar em Atavtabanga com a moeda tradicional.
Mas Vanuatu não escapou do lado mais sombrio do progresso. Favelas começaram a surgir em torno da capital do país, Port Vila, com a chegada de famílias que deixam as ilhas em busca de acesso à economia moderna. Fome e desemprego, inexistentes nas comunidades tradicionais, estão aumentando.

Durante anos foram feitas campanhas para que o governo de Vanuatu dê mais atenção à economia tradicional do país. Estatísticas oficiais indicam que o país é um dos mais pobres e menos desenvolvidos do mundo.

Mas Selwyn Garu, secretário do Conselho Nacional de Chefes, disse que estes dados não levam em conta "80% da população que vive sob um outro sistema. O governo está se concentrando no sistema capitalista Ocidental. Mas nós achamos que isto não é justo."

Em resposta a isso, o governo declarou 2007 o "ano da economia tradicional". A iniciativa foi bem recebida por muita gente interessada em garantir que noções de "progresso" não sejam impostas nas comunidades tradicionais do país, que são estáveis.

Empresas estrangeiras estão se apressando em comprar terrenos na costa em torno de Porto-Vila. Há receio de que isso possa prejudicar muitos moradores de Vanuatu.

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