domingo, 21 de novembro de 2010

UMA BREVE HISTÓRIA DAS FICHAS NICTHEROI & INHOMERIM

UMA BREVE HISTÓRIA DAS FICHAS DAS BARCAS DA LINHA
RIO - NITERÓI - IMPÉRIO DO BRASIL


No primeiro dia de janeiro de 1502 um grupo de expedicionários portugueses navegaram pela costa sul do Brasil, na área que hoje chamamos de Baía de Guanabara. Sob a liderança de Gaspar de Lemos e do famoso cartógrafo, Américo Vespúcio, eles estavam fazendo, tanto quanto possível, o mapeamento da costa, sob ordem do Rei de Portugal. Pensando que a baia fosse a embocadura de um grande rio, aliado ao fato de terem entrado na baía no dia 1 de Janeiro, os exploradores lhe deram o nome de Rio de Janeiro.
Nos seguintes trezentos anos a cidade do Rio de Janeiro cresceu, fixando suas raízes. Navios comerciais saíram e entraram na baía com destino a Portugal e outros países da Europa. No entanto, o tráfego local entre o Rio e outros pontos dentro da baía limitou-se aos barcos de pequeno porte e as embarcações indígenas. A situação permaneceu assim até aproximadamente 1820 quando uma companhia de transporte local arriscou-se a operar na baía.



Em 1820 o navio “Bragança” começou a travessia entre Rio e cidade de Niterói e, apesar de ser uma empresa comercial, não era regular. Isto é, ela só funcionava quando havia carga e passageiros em número suficiente para compensar a viagem.
Somente entre 1834 e 1835 é que ficou estabelecido um serviço regular, tendo sido formada a “Companhia de Navegação de Nictheroi” a qual pôs a serviços a “Especuladora” movido a vapor. Tratava-se de um navio compacto com dois mastros e duas rodas propulsoras movidas pelo vapor e o vento. Além de passageiros e carga, animais também foram transportados, regularmente, pela baía e mais tarde outras duas barcas, "Niteroiense" e "Praia Grandense" juntaram-se à "Especuladora" e a frota foi consolidada.
Em 1835 a tarifa normal era de 100 réis nos dias úteis e 160 réis nos domingos e feriados. Após 18 horas todas as tarifas subiam para 320 réis. Entretanto, os escravos eram transportados a taxa regular de 80 réis e 100 réis após das 18 horas.



A História da “Especuladora” não durou muito. Em Março de 1844, na viagem de Niterói ao Rio de Janeiro o navio explodiu e mais de um sexto dos passageiros morreram . No 1 de Março de 1855 houve a fusão das duas companhias: a “Companhia de Navegação de Nitcheroi” e a “Companhia Inhomerim “ juntas vieram a formar a famosa “Companhia de navegação Nitcheroi &. Inhomerim” Nessa ocasião a "Santa Cruz” uma barca com características similares a Especuladora , que naufragou, também veio fazer parte do transporte entre Rio e Niterói . Com três mastros e rodas propulsoras movidas a vapor , ela também transportava carga , animais e passageiros. Além de percurso Rio- Niterói, os navios dessa nova companhia atingiam também as localidades de Piedade, Ilha de Paquetá, Ilha do Governador, São Cristóvão e Botafogo.



Nesta época, as primeiras fichas foram lançadas para a nova companhia . Em vez de bilhetes, os passageiros compravam fichas e as apresentavam ao embarcar. As primeiras fichas não eram muito vistosas. De formato octogonal, alongadas mediam 48x32 mm e eram de zinco.Eram uniface e com o valor no centro - na orla os dizeres: COMPANHIA NICTHEROI & INHOMERIM . Nos arquivos constam os valores de 40, 80, 120, e 240 réis como então existentes. Poucos exemplares destas fichas existem hoje, provavelmente por terem sido utilizadas por pouco tempo. O segundo e mais fomoso lote de fichas dessa companhia foi criado pela firma "W. J. Taylor" de Londres. A vistosa ficha media 45.5 x 34,5 mm e foi feita em bronze. No campo do averso ve-se a barca "Santa Cruz", a todo vapor. No orla: COMPANHIA NICTHEROI & INHOMERIM. No reverso, ao centro, os valores: 40, 80, 120, 160, 240, 320, 400, 640 e 1000 réis respectivamente, com a orla decorativa.





Após essas duas emissões de fichas metálicas, a companhia finalmente imprimiu as passagens em papel de acordo com a localidade, e a hora do dia é que determinava o seu preço. Por exemplo, em 1862 a viagem Rio-Niterói custava 120 reis para as pessoas calçadas e 80 reis para os descalços. Após 20 horas todos pagavam 500 reis. Com destino ao porto de Estrela, os adultos pagavam 1500 reis e as crianças abaixo de 12 anos, 500 reis.
A "Companhia Nictheroi & Inhomerim" durou 12 anos e foi instrumental na abertura do comércio e transporte na Baia da Guanabara e os portos circunvizinhos.

Em 1861 a companhia deixou de existir e foi substituída pela "Companhia de Barcas Ferrry" que já existia desde 1862. Com o fim da "Companhia Nictheroi & lnhomerim" deixou se de utilizar fichas durante quase 100 anos.



Muitos anos depois e após o surgimento de várias companhia, em 1946 o monopólio do transporte na Baía da Guanabara passou a ser exclusividade da "Frota Carioca S.A.". De 1950 a 1954 foram introduzidas fichas de bronze de 18 mm de diâmetro, redondas e reforçadas como taxa de embarque, bem mais simples do que suas antecessoras. No anverso e no reverso lia-se:

"F.C.S.A. - RIO". A sigla "F.C.S:A." significava: Frota Carioca S/A A palavra "carioca" significa a pessoa nascida no Rio de Janeiro e é de origem indígena. "Cari" significa branco na língua indígena e "Oca" a casa. Os moradores da casa branca seriam então a tradução literária. Modernamente se refere aos nascidos na cidade do Rio de Janeiro.

A Frota Carioca S/ A foi a última companhia de transporte privado a controlar o tráfego na baia. Um grande incêndio ocorrido em 1959 pôs um fim trágico a "F.C.S.A.".

A partir de então o tráfego marítimo passou para as mãos do Estado: CONERJ (Companhia de Navegação do Estado do Rio de Janeiro).

...... E assim passaram à História, os mais de 155 anos de comércio dessas companhias particulares e as fichas emitidas por elas.



(Artigo da autoria de nosso sócio Wesléy E. Scharlow dos Ee.Uu. - Transcrito, em tradução, da Revista TAMS - Tokem & Medal Society dos EE.UU. de Dezembro de 1987 - Volume 27 Edição 6)

terça-feira, 11 de maio de 2010

CÉDULA DE BIELEFELD 25 STADT 1921

Introdução


Bielefeld é uma cidade de aproximadamente 325.000 pessoas, nas encostas ocidentais e orientais da floresta de Teutoburgo. Bielefeld é um Distrito urbano significa que foi uma das 116 cidades que representam um distrito em seu próprio direito.
Após a sua fundação em 1214 pelo Conde Hermann IV, a cidade cresceu bem fortificada e conhecida por produzir tecidos finos. Administração da cidade mudou de mãos muitas vezes através dos anos, até que o Reino da Prússia ganhou sua posse após o fim das guerras napoleónicas no início do século XIX. A ferrovia surgiu em Bielefeld em meados do século XIX, com ela veio industrialização sob a forma de fábricas e obras de metais ocasionando um constante aumento na população.
Na primeira guerra mundial, Bielefeld entrou para a guerra como uma parte do Império alemão. Bielefeld foi uma importante base industrial ajudando a fornecer o subsídios para o esforço de guerra alemão. No final, a cidade não foi poupada do atrito e da agitação económica que a Alemanha passou durante e após a guerra.


Depois da guerra o Bielefeld se tornou um dos produtores mais prolífico de notgeld.
Bielefeld emitiu uma série extensa e popular de notas especiais e muitas vezes referindo se como a "cidade dos tecidos", impressos em seda, tecidos e veludo durante a hiperinflação do pós guerra .Eles também cunharam uma variedade de moedas, algumas com temas políticos bem fortes.


Esta da foto é a Quadriga com a Rainha da Vitória representada na cédula .

CÉDULA DE BIELEFELD 25 STADT 1921

Cidade de Bielefeld (Nordrhein Westfalen) - Cédula de Tecido de Linho 25 Mark onde comemora a marcação dos 700 anos - Jubileu da cidade de Bielefeld e retrata o retorno da Quadriga de Berlim.

Detalhes da Cédula : ( Frente )


Em Preto Negrito ao redor da borda Cédula:

ERSTEN VIER 1922 • EINGELOST WERDEN DIE SCHECKs BEI ALLEN KASSEN IN BIELEFELD UND IM KREISE HALLE GULTIG BIS ZUM
(A partir do 1º dia do quarto mês de 1922, esta cédula pode ser sacada em Bielefeld.)

Pequeno texto preto na borda branca em Ziguezague:

• MEINE HERREN DIE KAPELLE HAT KEINE AKUSTIK MEHR
("Senhores, a Capela não possui mais acústica.")

• ICH WERDE SIE UBERZEUGEN: GUCKER! ]
("Vou convencê-lo: Gücker!")

• WIE HEISST DER ERSTE ARTIKEL? / BANK!
("Qual é este artigo? Banco!")

• DAS ZWEITE GEBOT?? KEINE ANTWORT
(O segundo mandamento?? Não responda.)

• SEHEN SIE MEINE HERREN DIE KAPELLE HAT KEINE AKUSTIK MEHR
("Vê meus homens, a capela não possui mais acústica")

• FRAULEIN TRAGEN SIE GRUN / GRUN HEBT IHNEN
("Madame, vestir verde levanta.") – possível conselho de moda

• WIR IN SCHILDESCHE SIND KLUGE BAUERN
Nós, do subúrbio ( Schildesche / parte de Bielefeld) somos bons agricultores)

• ABER / DIE SCHIRRDEICHSEL AUF / DEM DACH IST NICHT UNSER FACH
(Mas o Schirrdeichsel sobre o telhado, não é a nossa profissão)

• DER NEUBAU WURDE BEWILLIGT
O novo edifício foi concedido

Losangos azuis em forma de painéis:

• Superior esquerda: Cavalo e Cavaleiro, o homem abaixo dizendo: RECKEMBER!
(Possivelmente um nome próprio.)

• Superior direita: Cavalo e Cavaleiro, figura acima dizendo: REDE HERR DEIN KNECHT HORET
("Fale Senhor - Seu servo ouve")

• Inferior esquerda: DEM ERSTEN DER MORGEN DEIN HAUS BETRITT GIEB (sic) DEIN KALB
("Dê seu bezerro para o primeiro que entra em sua casa amanhã ")

• Inferior direita: HERR DEIN WILLE GESCHEHE
("Senhor, a tua vontade deve acontecer")

Triângulos Vermelhos:

Iniciando a direita:
• 3 homens com os nomes GULKER HUNEKE BANK
• 1 homem PASTOR NAMEYER
• 1 Homem com o cão, muleta e uma cesta
• 1 Bonde escrito : BIELEFELDER STRASSENBAHN (Bielefeld Carro de Rua )

Campo de centro preto com texto branco:

• M 25 MARK STADTSPARKASSE BIELEFELD
(Banco de cidade de Bielefeld)

Detalhes da Cédula : ( Verso )



No pequeno texto preto ao redor da borda:

• À esquerda:
HOLSTE´S BIELEFELDER - STARKE) - refere-se ao material ( amido e tecido ) .

• À direita:
BIELEFELDER - LEINEN - Tecido de Bielefeld .

• Inferior:
DRUCK E GUNDLACH A.G. BIELEFELD. - GESETZLICH - GESCHUTZT D.G.M.
(Gesetzlich de D.G.M jurídicos E Gundlach A.G Bielfeld)
A impressão e o aviso dos direitos autorais.

Em vermelho negrito ao redor da borda Cédula:

DIE STADTSPAR KASSE BIELEFELD ZAHLE GEGEN DIESE PLATZ ANWEISUNG AUS UNSEREM GUTHABEN AN UBERBRINGER (O Banco Stadtsparkasse)-
(Bielefeld pagará contra esta cédula de nossos ativos ao portador).

Textos em forma de triângulos do canto superior esquerdo:

• Cavalo Vermelho :
30 PREUSS KRIEGER FUHRTEN DIE SIEGESGOTTIN NACHBERLIN ZURUCK
(30 Soldados Prussianos retornando para Berlin com a Deusa da Vitória).

• Homem Vermelho:
VIVAT ES LEBE CHRISTINE SCHILDERMANN DIENSTMADCHEN IN BIELEFELD
( Longa vida a Christine Schildermann, “ moradora “ em Bielefeld )

• Cavalo azul:
6 WAGEN PASSIERTEN MIT FRANZ FUHRLEUTEN AM 30 AMI 1814 DEN GEHRENBERG
(6 Carruagens puxadas por cocheiros franceses, em 30 de Maio de 1814 em Gehrenberg).

• Homem Azul :
WAS TYRANNEI GERAUBT DAS SCHENKTEST DU UNS WIEDER REMPEL PROREKTOR
(O que a tirania ganhou, você nos deu de volta! O vice-presidente de Rempel)
Alguém de nome e cargo indefinido.

Texto dos campos contornados interiores:

ZUR 700 JAHRIGEN 1221-1921 JUBILAUMSFEIER DER STADT BIELEFELD AM 15 JULI 1921 (A 700 anos - 1221-1921 Comemoração do Jubileu da cidade de Bielefeld, em 15 de Julho de 1921).

Contornando os valores 25 Mark :

• Esquerda:
BIELEFELDER LEINEWAND / RAVENSBERGER IM LAND
(Tecido de Bielefeld, na região de Ravensberg).

• Direita:
BEWERTE MIT HURRA / HOCH LEB GERMANIA
(Dê hurras ao Alto para Germânia)

Sobre as Torres:

• Esquerda:
DEUTSCHE TREUE DENK AN DEN 20 MAI 1814 IN BIELEFELD
(Lealdade alemã em 20 de Maio 1814 em Bielefeld)

• Direita:
HOFFNUNGSVOLLES ZUKUNFTSGLUCK SEI DEUTSCHLANDS LOS
(Um futuro de Esperança e Sorte aos Alemães.)

Desenho no centro:

Estátua da Figura feminina (provavelmente a Deusa Vitória ) em cima de uma Quadriga com a data 1814 e a descrição 'VON PARIS - NACH BERLIN' (De Paris para Berlim), uma criança com ato de recebimento.
Dois soldados, um com uniforme francês do esquerdo e o outro com uniforme alemão a direita e duas bandeiras alemãs fora das Torres.
Os Tijolos foram removidos das Torres para liberar espaço para o vagão.

O tema deste lado da Cédula combina duas situações:

O jubileu de 700 anos da cidade de Bielefeld, em 1921 e o retorno da Quadriga de Berlim representada no desenho , ela foi localizada no topo do Portão de Brandemburgo, em Berlim.
Ela foi tomada por Napoleão em 1806, em seguida, retornou a Berlim pelo Marechal de Campo Gebhard von Blücher, após a derrota e a abdicação de Napoleão I em 1814.
Foi projetada por Johann Gottfried Schadow em 1793 como a Quadriga da vitória, estampando um símbolo de paz, representado pela grinalda verde-oliva. A grinalda verde-oliva foi substituído mais tarde por uma cruz de ferro sobre o seu retorno.
Como a história descreve , a estátua era demasiadamente grande para passar através das torres de modo que os tijolos foram retirados para que a mesma passasse carregando a estátua.
As torres retratadas no desenho têm os tijolos removidos para descrever este fato

sexta-feira, 2 de abril de 2010

16 Perguntas sobre a Segunda Família do REAL


1. Por que mudar as cédulas?
O Real se consolidou como uma moeda forte, usada cada vez mais nas transações cotidianas e como reserva de valor. Com o avanço das tecnologias digitais nos últimos anos, é necessário dotar as nossas cédulas de recursos gráficos e elementos anti-falsificação mais modernos, capazes de continuar garantindo a segurança do dinheiro brasileiro nos próximos anos.

2. Por que a mudança está ocorrendo agora?
O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido há vários anos pelo Banco Central em parceria com a Casa da Moeda do Brasil – CMB. No entanto, a atualização tecnológica das cédulas dependia da aquisição, pela CMB, de equipamentos de impressão mais modernos. Esse processo está sendo concluído em 2010, com a instalação e testes das novas linhas de produção, adquirido por licitação em 2009.

3. As notas que já estão em circulação continuam válidas?
Sim, as notas antigas continuarão valendo e serão substituídas aos poucos, à medida que forem sofrendo o seu desgaste natural.

4. As notas antigas valerão menos?
Não, as notas antigas continuarão com seu curso legal, com o mesmo valor.

5. Tenho que trocar minhas notas atuais pelas novas?
As novas notas entrarão em circulação através dos bancos comerciais, dos caixas automáticos e da rede de comércio. Não há necessidade de trocar as notas antigas por novas na rede bancária, pois as duas famílias conviverão em circulação por um bom tempo.

6. De que material serão feitas as novas notas?
A segunda família de cédulas do Real será impressa em papel fiduciário, conforme a família atual.

7. Por que o processo de substituição vai se iniciar com as notas de 50 e de 100 reais?
As duas notas de maior valor do meio circulante brasileiro são as que demandam maior proteção contra as tentativas de falsificação.

8. Quando serão lançadas as demais notas?
A previsão é lançar as novas notas de 10 e 20 reais no primeiro semestre de 2011 e as de 2 e 5 reais no primeiro semestre de 2012. As datas exatas dos lançamentos serão divulgadas oportunamente pelo Banco Central do Brasil.


9. Será lançada a nova nota de 1 real?
Apesar de estar contemplada no projeto da nova família de cédulas do Real, a nota de 1 real não tem previsão de lançamento, uma vez que, para este valor, o Banco Central vem priorizando a emissão de moedas, que apresentam uma relação custo-benefício muito superior à das notas, em função de sua durabilidade.

10. Quais são as principais diferenças das novas notas em relação às atuais?
Os novos equipamentos e insumos permitirão a impressão de desenhos mais complexos com maior precisão, aumentando a percepção de uma impressão de qualidade superior. Alguns elementos de segurança já presentes nas atuais cédulas – como a marca d’água, o registro coincidente e a imagem latente – foram redesenhados de modo a facilitar a sua verificação pela população e dificultar a reprodução por falsários. Outra novidade são os tamanhos diferenciados por denominação. Nas notas de 50 e 100 reais, a maior mudança é a inclusão de uma faixa holográfica com desenho personalizado para cada denominação, um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação hoje existentes.

11. Por que as novas notas terão tamanhos diferenciados?
O principal motivo é garantir a acessibilidade dos deficientes visuais ao dinheiro brasileiro, oferecendo um recurso confiável para reconhecimento e diferenciação das cédulas.

12. Quais serão as dimensões das novas notas?
2 reais - 12,1cm x 6,5cm;
5 reais - 12,8cm x 6,5cm;
10 reais - 13,5cm x 6,5cm;
20 reais - 14,2cm x 6,5cm;
50 reais - 14,9cm x 7,0cm;
100 reais - 15,6cm x 7,0cm.

13. Por que foram mantidos a figura da República e os animais?
A fim de facilitar a identificação visual e diminuir o impacto da mudança para o cidadão comum, optou-se neste projeto por manter a temática das atuais cédulas do Real. Porém, foram desenvolvidas novas gravuras, tanto da figura da República quanto dos animais que estampam os reversos das notas.

14. Por que foi alterada de vertical para horizontal a orientação dos desenhos nos reversos?
A nova orientação dos reversos permitiu uma diagramação com maior destaque para elementos de segurança importantes para a população, como a marca d’água, e a inclusão dos elementos novos, sem que se perdesse a referência visual das atuais cédulas.

15. Que aspectos das atuais notas se manterão na nova família?
Serão mantidos os valores (2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais) e os temas (figura da República e animais da fauna brasileira). A cor predominante de cada cédula também será mantida, porém, como a nova família conta com recursos de produção mais avançados, haverá uma maior riqueza de cores de fundo.

16. Quais os custos para a substituição das cédulas?
As estimativas apontam para um aumento de 28% nos custos de produção. Este aumento se refere à aquisição de insumos mais sofisticados, e também à depreciação dos novos equipamentos instalados na CMB. É importante observar que boa parte dos equipamentos teria que ser adquirida, ainda que o design das cédulas fosse mantido, por uma questão de necessidade de ampliação da capacidade fabril da CMB.

Informações extraídas do Banco Central.
ILHA DOS MOSQUITOS.

A Pequena Ilha dos mosquitos (situada no golfo da Guiné) é uma ilha no centro de África. Constitui um estado autônomo chamada de pequena ilha dos mosquitos. Este estado foi criado em 22 de novembro de 2004 , e um governo parlamentar foi formado para governá-la desde então. Em 29 de agosto de 2005, o governo assinou um Tratado da anexação com o reino de Riboalte. Em 2 de Setembro de 2005, um estatuto de autonomia foi aprovado através de referendo e declarada oficialmente em 4 de setembro de 2005.

Em 22 de julho de 1999 um grupo de cidadãos, constituíram um microestado (em um pedaço de terra na Península Ibérica), para ser um estado independente e soberano: o Reino de Riboalte. Assumiu o trono como Rei Sua Alteza, Emili I (um descendente de um filho ilegítimo do conde Guilhermo de Ribagorza). As pessoas foram admitidas para o Reino de Riboalte (RIB) como cidadãos. O país é uma monarquia. A sucessão real é a marca da Constituição e é inspirado pelos reinos primitivos.

Em 2002, O rei Joan I adota o Estado de Constituiçao. Sua Alteza Real reina até 22 de julho de 2000 até 1 de dezembro de 2003 onde abdica (morreu em 12 de dezembro de 2003). Nessa época, assumiu o trono Sua Alteza Real Joan II, até então príncipe herdeiro. O Reino de Riboalte, está emite moedas e selos. Além disso tem uma Universidade Real e um Banco Real.

Em 29 de agosto de 2005 foi anexado ao reino de Pequenas Ilhas Estado Mosquito.

Esta moeda se encontra no no site www.moneycoins.com.br em moedas bimetálicas.

Moeda de Hudson's Bay Company.



A Companhia da Baía de Hudson (em inglês: Hudson's Bay Company; abreviação oficial: HBC) é a mais antiga corporação do Canadá e uma das mais antigas do mundo ainda em atividade. A companhia foi fundada em 1670, e controlou muito do comércio de peles nas colônias britânicas na América do Norte por vários séculos.
No início do século XIX, quando o Canadá foi expandindo rapidamente, cidades como Montreal, Quebec e Halifax sentiram a necessidade de alguma forma de moeda para este efeito, e uma série de tokens originadas na Inglaterra foram importadas para suprir a necessidade comercial da região. Existem muitas variedades, uma grande parte deles que ostenta o busto de Wellington sobre um dos lados e algum dispositivo (normalmente a Figura sentada de Britannia no outro. Alguns ostentaram uma harpa irlandesa e a legenda navios/COLÓNIAS / & / COMMERCE no verso.
Uma peça interessante que tem laços definitivos com o Canadá, é a que tem uma figura de Hibernia encaixada mantendo uma harpa, datada de 1781 abaixo e a legenda TOKEN e o verso retrata um navio de vela com a palavra COMMERCE acima. Esses tokens foram distribuídos em grande número na América do Norte e Canadá em geral, tendo sido importado da Irlanda.
Após a importação dos tokens para Canadá os bancos locais e empresas começaram a emitir as suas próprias peças. Talvez a mais interessante delas é a emitida pela companhia North West em 1820. Esta empresa foi fundada em Montreal em 1784 e operada em uma área ao Sul da Baía de Hudson . O token, que era equivalente a uma pele de castor , retrata de um lado um Castor descansando sobre um pé de árvore com a legenda do NORTH WEST COMPANY e no verso o emblema da companhia . A Empresa de Baía de Hudson também emitiu tokens até o ano de 1857. Quatro tipos de valores foram cunhados: 1 , ½ , 1/8 de uma capa de castor feita, sendo este último a unidade da moeda da empresa.
A região onde atualmente se localizam as subdivisões canadenses de Alberta, Manitoba, Saskatchewan, Nunavut e os Territórios do Noroeste foram governadas pela Companhia da Baía de Hudson. Com o declínio do comércio de peles, a companhia cedeu seus territórios ao Canadá, e a companhia passou a ser uma vendedora de produtos vitais aos assentadores do oeste do Canadá. Atualmente, a companhia é uma das maiores redes comerciais do país, com lojas que vendem uma grande variedade de produtos.
Uma destas peças se encontra no site www.moneycoins.com.br em moedas especiais.

Ilha no Pacífico usa presa de javali como moeda


A ilha de Pentecoste, que faz parte do arquipélago que forma Vanuatu, país independente desde 1980 que fica no centro-sul da Oceania, decidiu manter a tradição de séculos de ter a presa.
Essa moeda é aceita em 14 agências bancárias do Tari Bunia Bank, que registram nas contas o crédito por presas trazidas por seus clientes. Ela convive com o livatu, a moeda oficial do país.

Por séculos, os moradores das ilhas do Pacífico usam presas, conchas e até pedras gigantescas com fins tradicionais e cerimoniais.


Mas o Tari Bunia Bank agora está tornando o processo mais sofisticado, e ajudando a proteger comunidades isoladas tradicionais de Vanuatu das duras exigências do capitalismo moderno.

Cofre
Nos cofres dos bancos - cabanas de madeira - milhares de presas ficam amarradas a barbantes pendurados no teto. "O sistema funciona a partir dos recursos naturais que temos - os produtos da terra e do mar. São todos avaliados e convertidos em nossa moeda. Nosso objetivo é garantir que não exista pobreza em nossas comunidades", explica o gerente de uma agência do Tari Bunia Bank, Viraleo Boborenvanua.

A moeda local se chama vatu. Boborenvanua e seus colegas equiparam um vatu a US$ 180. Com base nesse cálculo, o banco tem reservas de quase US$ 1 bilhão.

O governo de Vanuatu, contudo, ainda não estabeleceu um câmbio oficial, mas deu um passo importante nessa direção: ele aceita esse tipo de pagamento no sistema público de educação e saúde, que não é gratuito.

Como muitos moradores não ganham em moedas modernas, teriam dificuldade de pagar pelos serviços de outra maneira. Cerca de 50 famílias agora pagam a mensalidade escolar em Atavtabanga com a moeda tradicional.
Mas Vanuatu não escapou do lado mais sombrio do progresso. Favelas começaram a surgir em torno da capital do país, Port Vila, com a chegada de famílias que deixam as ilhas em busca de acesso à economia moderna. Fome e desemprego, inexistentes nas comunidades tradicionais, estão aumentando.

Durante anos foram feitas campanhas para que o governo de Vanuatu dê mais atenção à economia tradicional do país. Estatísticas oficiais indicam que o país é um dos mais pobres e menos desenvolvidos do mundo.

Mas Selwyn Garu, secretário do Conselho Nacional de Chefes, disse que estes dados não levam em conta "80% da população que vive sob um outro sistema. O governo está se concentrando no sistema capitalista Ocidental. Mas nós achamos que isto não é justo."

Em resposta a isso, o governo declarou 2007 o "ano da economia tradicional". A iniciativa foi bem recebida por muita gente interessada em garantir que noções de "progresso" não sejam impostas nas comunidades tradicionais do país, que são estáveis.

Empresas estrangeiras estão se apressando em comprar terrenos na costa em torno de Porto-Vila. Há receio de que isso possa prejudicar muitos moradores de Vanuatu.

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